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TUDO EM RISCO?

Depois de um 2019 DESASTROSO, o Maior de Minas começou um 2020 cercado de dúvidas, mas de certa forma esperançoso. Inúmeras dúvidas  nas questões de bastidores, financeiras, jurídicas e políticas, mas sempre com aquela esperança, aquele clarão lá no final do túnel, de voltar à primeira divisão, de montar um time, de voltar a jogar aquele futebol vistoso que estamos acostumados a ver.

Janeiro passando, jogadores chegaram e os fortes foram ficando. Ainda havia paciência com o trabalho, time em clara construção, estávamos apenas revirando os escombros esperando ver se acharíamos algo valioso ou útil ali.  Fevereiro começou e o time começou a ganhar cara, reforços começavam a aparecer, time oscilando em campo, mas demostrando empenho e esforço. Havia ainda paciência. A segunda metade de fevereiro já ocorria, Moreno chegou e o time não oscilava tanto mais, passou a jogar mal na maioria do tempo. Toda esperança posta na chegada do Flecheiro não correspondeu em campo,mas não por culpa do boliviano, não era por causa dele que o time não tinha uma boa transição, ofensiva e defensiva, ou apresentava jogadas de ataque desenhadas, não se via uma evolução.

Março chegou, e ainda não vemos evolução, vimos algumas tentativas, um sistema com três zagueiros por um momento e em certo jogo, um ataque com dois centroavantes em outro, algumas tentativas de meio campo diferentes, com e sem armador central, um, dois ou três volantes. Mas evolução não. No clássico, vimos algo interessante, apesar de não termos jogado futebol,  um revezamento na defesa entre Edílson, Caca, Arthur e Edu, com cada hora um de volante e os outros na linha de 4. Talvez ali tivesse algo a desenvolver, mas isso fica a parte. Jogamos o clássico com raça, corremos e por momentos de descuidos perdemos, ok, acontece. 

Então chegamos ao primeiro jogo da terceira fase da Copa do Brasil, a competição dos prêmios milionários. Jogo ruim, CRB veio para jogar no contra ataque e em duas jogadas  fez dois gols e poderia ser três se Fábio não tivesse catado aquela bola no final do segundo tempo. O time celeste jogou torto, capenga pela esquerda a maioria do tempo, faltava claramente uma opção pela direita, que fizesse aquela ultrapassada. Além de que, tivemos uma substituição queimada com dupla mudança no intervalo, João Lucas não estava comprometendo mais que nos outros jogos. Mas o mais importante é que novamente não vimos evolução, nada.

Seria agora a hora de trocar de técnico? E por quem?  Dar a esse hipotético técnico 7 dias ou menos para já um teste e decisão do tamanho que próxima quarta terá, não sei se é o certo. Então o que fazer? Por que o time não mostra evolução? É falta de tempo de treino? Se sim, poupar  esse fim de semana e fazer um intensivão até o jogo? Dúvidas e questões que gostaríamos todos de saber a resposta com certeza e que fica por ai, o que devemos fazer nessa situação?

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